Livros para a primeira infância (até 3 anos)

LIVROS PARA A PRIMEIRA INFÂNCIA (ATÉ 3 ANOS)

Qualquer um dos livros aqui apresentados requer uma leitura e uma apreciação pessoal. Cabe a cada um, conhecedor dos  bebés, crianças ou dos adultos com quem quer partilhar o livro, sentir e aprofundar a sua escolha.

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BUGS IN A BLANKET     Beatrice Alemagna; Phaidon, 2016

Ficamos com o olhar quente e aconchegado nestas páginas docemente trabalhadas. As ilustrações são ternas e criativas, dá vontade de passar a mão pelas páginas. Esta é uma manta cheia de vida! Abre-se as portas à comunicação, ao prazer da relação e da partilha. Vivem-se emoções diversas que vão desde a frustração, desilusão, até ao prazer da descoberta da individualidade, a aceitação da diferença e … bem vindos à festa!!..

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“OS NICOS EM NÃO FUI EU”

Oliver Jeffers; Orfeu Mini; 2015
Há momentos de gestão conflitual que requerem uma atenção particular, limites claros e um esclarecimento construtivo. Há outros momentos, de confronto e zanga, que podem ser facilmente desmontados. A sensibilidade das crianças para as particularidades da vida é tanta que facilmente se dá o salto para a os afetos, para a construtividade positiva onde a criatividade ganha literalmente asas e as ligações se voltam a conetar prazerosamente.  Fiquei a gostar um bocadinho mais de moscas!


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“BOA VIAGEM, BEBÉ!”

Beatrice Alemagne; Orfeu Mini; 2014 

O momento de dormir pode ser acolhedor, mágico, de viagem ou vivido com grande ansiedade. Cada pormenor deste livro relembra-nos a importância dos preparativos deste momento do dia em que os bebés/crianças se separam dos adultos e se recolhem ao seu mundo dos sonhos. Se os sentimentos de segurança, de conforto e acolhimento estiverem presentes será possível iniciar a viagem e adormecer descansado.

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O SENHOR CAVALO-MARINHO”

Eric Carle; Kalandraka; 2011

As cores e transparências deste livro permitem-nos tocar na água e nos animais que passam pelas páginas aquosas. Dar vida, aninhar e cuidar, são conteúdos presentes entre linhas, formas e cores. O calor e doçura da maternidade em cada ser, o cavalo marinho como elemento masculino que carrega no ventre a magia da criação, enfim portas abertas para deixar emergir contextos múltiplos de diálogo e construção interna.